Estes pais foram identificar o filho à morgue… Ao levantar o lençol… Sofreram o choque das suas vidas!

Estes pais foram identificar o filho à morgue… Ao levantar o lençol… Sofreram o choque das suas vidas!

Os pais sofreram o choque das suas vidas quando levantaram o lençol…

Um soldado regressa à sua cidade natal após a guerra e a primeira coisa que faz ao desembarcar é procurar um telefone. Estava cheio de vontade de ligar aos seus pais mas também se sentia nervoso. Quando a sua mãe atendeu o telefone podia notar a ansiedade na sua voz.

“Johnny, és tu?”, perguntou ela.

“Sim, mamã, sou eu”, respondeu ele.

“Quando chegas a casa?”, perguntou a mãe.

“Rapidamente, mamã. Mas preciso pedir-te um favor. Estou com um amigo, outro soldado. Não tem para onde ir. Ficou gravemente ferido e perdeu um braço e uma perna. Necessita de ajuda e um lugar para viver. Posso levá-lo comigo para casa?”.

Houve uma longa pausa do outro lado da linha e o soldado ouviu as vozes dos seus pais enquanto discutiam sobre o seu pedido.

Finalmente, a mãe pôs-se outra vez ao telefone.

“Oh, Johnny. Temos muita vontade de te ver, mas parece que o teu amigo precisa de muita ajuda. Não saberíamos o que fazer.

Seria um fardo muito grande para nós”, disse a mãe.

Johnny tinha o coração partido, mas no fim murmurou: “Está bem, mamã. Eu entendo”.

Depois desligou o telefone.

Alguns dias mais tarde, os seus pais receberam outra chamada, desta vez da Polícia.

“Lamentamos ter que informar-lhes uma muito má notícia. Encontrámos o seu filho no quarto de um hotel. Tanto quanto sabemos, suicidou-se”, disse o polícia.

Os pais de Johnny estavam devastados.

Tinham-no ouvido muito bem pelo telefone e não conseguiam compreender porque tinha feito isto.

No dia seguinte, foram até à cidade onde o seu filho se tinha suicidado e foram à morgue para identificar o seu cadáver. Deram aos mãos enquanto entravam na sala fria e estéril.

“Este é o seu filho?” perguntou o médico forense enquanto retirava o lençol branco do seu corpo.

Os pais do soldado olharam fixamente para o cadáver, estavam absolutamente impactados. Não conseguiam acreditar no que viam. Tinham o seu filho à sua frente: os seus olhos, nariz, boca, cabelo… mas havia algo diferente. Faltavam-lhe o braço e a perna do lado esquerdo. Estava a falar de si próprio, quando fez essa chamada crucial. Os seus pais tinham-se sentido muito orgulhosos do seu serviço, mas tinham-se esquecido que o sacrifício faz normalmente parte do mesmo.

Ao rotular alguém como “um fardo” porque tem uma deficiência ou porque pressupõe um desafio, tendemos a ignorar o fato de que tem muito para nos oferecer para além da sua incapacidade. Não importa como as pessoas são nem que aparência tenham, somos todos seres humanos e ajudar-nos mutuamente enriquece as nossas vidas. O único “fardo” real no mundo é o nosso egoísmo.

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